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Portas
Abertas não é uma
missão típica
Apoiamos
comunidades cristãs perseguidas
Não evangelizamos, mas equipamos
os cristãos para que resistam
e assim tenham condições
para evangelizar.
Não
enviamos missionários
Mas, nos preocupamos com missionários
e sobretudo com as igrejas locais
em lugares onde há perseguição,
pois estas não têm
condições de deixar
o país quando a pressão
aumenta.
Nossa
filosofia é jamais atuar
por conta própria
Nossos projetos nem começam
se não há contatos
consistentes com a igreja local.
Atuamos em parcerias com outras
missões e agências
em muitos casos.
Critérios
de atuação
Não atuamos em todos os 90
países em que há perseguição.
Nós operamos diretamente
em cerca de 50.
Nossos critérios são:
Igreja local pode extinguir-se
caso não haja ajuda externa.
Não há outra
agência missionária
operando no país.
Não há outra
forma de obter Bíblias se
não for pelo contrabando.
Possibilidade logística.
Posição estratégica
do país.
Solicitação
dos irmãos do local.
Ao chegar em um país, Portas
Abertas procura os pastores e diz:
"Aqui
estamos. O que podemos fazer para
ajudá-los?"
Não chega com uma receita
do que os pastores devem fazer,
mas ouve deles o que querem que
a Missão faça.
Em 95% dos casos, os pastores dizem:
"Por favor, orem". Muitas
vezes começam a chorar e
dizer: "Estamos lutando e perdendo
a batalha, porque achamos que ninguém
está orando a nosso favor".
O segundo pedido sempre é
por Bíblias, materiais de
estudo e treinamento. Coisas que
precisam em seu ambiente particular
para poderem enfrentar o desafio
e resistir às ameaças
e à pressão.
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