Ore pelas esposas dos pastores da Igreja Perseguida
Publicado em 07 mar 2021 • Atualizado em 22 abr 2026

Se a vida da esposa de pastor em países como o Brasil é difícil por causa dos desafios diários enfrentados nas igrejas, em contextos de perseguição a situação é agravada. Já que elas precisam ter grande dependência de Deus para não viverem aflitas com as possibilidades de ataques, prisões, sequestros e até mortes dos maridos. No Dia da Esposa do Pastor, a Portas Abertas convida a todos para orar e contribuir para a mudança de vida de muitas delas, algumas perderam os cônjuges porque eles amaram mais a Jesus do que a si próprios. Conheça três irmãs cheias de fé!

Mary Andimi é viúva do pastor Lawan Andimi, que foi sequestrado em janeiro do ano passado pelo Boko Haram, na Nigéria. Ela viu o marido ser levado pelos radicais e viveu dias de aflição tentando levantar o dinheiro para o resgate dele. Mas no dia 20 do mesmo mês, recebeu a notícia da morte do companheiro. Hoje ela luta para sustentar e prover educação para os sete filhos. A Portas Abertas tem assistido a cristã com alimentos e ajuda financeira. Ore pelo consolo e provisão de todas as necessidades de Mary Andimi.

Outra mulher que experimentou ter o marido preso por causa de Jesus foi Gulnora. A esposa do pastor Bahrom Kholmatov viveu três anos sozinha com os filhos, enquanto o esposo cumpria pena no Tajiquistão. No início, ela não podia nem visitar o marido. O único contato deles era por telefone. Mas pela graça de Deus, ela conseguiu autorização para rever o cônjuge. Durante uma das visitas, a cristã teve convulsões e hipertensão por causa do forte estressee precisou ficar hospitalizada. A Portas Abertas promoveu uma campanha de oração e cartões para encorajamento da família do pastor. Então, no dia 18 de dezembro de 2019, o pastor Bahrom foi libertado. Interceda pelo restabelecimento emocional de Gulnora e de toda a família.
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Shamiram Isavi Khabizeh éesposa do pastor Victor Bet Tamraz; ambos foram condenados por agir contraa segurança do Irã. Ela recebeu uma sentença de cinco anos de prisão por organizar pequenos grupos, participar de seminários noexterior e treinar líderes de igrejas e pastores para “agircomo espiões”. A cristã estava a espera de audiências de reconciliação para ter a pena alterada, já que as acusações foram infundadas. Porém, a justiça do país condenou o casal sem direito a recursos. Shamiram e o marido decidiram deixar o Irã enquanto esperam por justiça. Clame por justiça para o casal.
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