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Relatório conscientiza sobre violações dos direitos humanos na América

Publicado em 30 jan 2015

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O acúmulo de poder e o não cumprimento das garantias individuais permitiram que o governo venezuelano “”intimidasse, se transformasse em censor e perseguisse seus críticos””, diz a HRW no Relatório Mundial 2015 (disponível em inglês).


Outros países
O relatório também cita a Argentina, afirmando que continuam existindo ameaças à liberdade de expressão e uma pequena compreensão da legislação sobre liberdade de imprensa.


HRW também critica o governo mexicano por ter realizado poucas ações de combate à corrupção e à impunidade, o que resultou em uma “”epidemia”” de graves abusos. A chamada “”guerra às drogas””, lançada em 2006 no país, com forte atuação militar contra os cartéis de drogas, “”resultou em uma epidemia de execuções sumárias, desaparecimentos forçados e tortura por parte de militares e policiais””, afirma o documento.


Para a ONG, o atual presidente Enrique Peña Nieto “”não realizou ações significativas para acabar com a corrupção e a impunidade, o que permitiu o aumento dessas atrocidades””. Os abusos culminaram no desaparecimento, e provável morte, de 43 estudantes no Estado de Guerrero.


A perseguição aos cristãos nesses países
Todos os anos, a Portas Abertas publica a Classificação da Perseguição Religiosa, lista dos 50 países que mais perseguem os cristãos. Em 2015, Colômbia e México ocupam o 35º e o 38º lugar do ranking, respectivamente.


Venezuela, Cuba e Bolívia não estão entre as 50 nações da classificação, mas também são palco de perseguições relacionadas à fé cristã. A Portas Abertas está preparando um material especial sobre a América Latina. Em breve, estará disponível no site.

A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.