Fundamentalismo e diálogo religioso

| 31/07/2004 - 00:00


Religião, etnicismo, fundamentalismo e provas de diálogo Arquipélago de 17 mil ilhas, entre os Oceanos Índico e Pacífico, a Indonésia é um dos países mais populosos do mundo (215 milhões de habitantes), com uma cultura milenar, mais de 250 grupos étnicos e diversas religiões. Desde que se tornou uma república independente, em 1945, seu lema é unidade na diversidade. Mas a Indonésia é sobre tudo um baluarte do Islamismo: os seguidores de Maomé são quase 90% da população, o que faz do país o mais muçulmano no mundo, com um papel importante no cenário internacional.

Como se pode explicar o dever de religiosidade na Indonésia? A Constituição de 1945, ano que abriu a era do pai fundador Sukarno, depois do domínio colonial holandês, contemplou uma tendência natural dos indonésios: uma profunda religiosidade. A religião está na base da vida pessoal, familiar e social, e também do Estado: nas escolas, da primeira serie à universidade, se um aluno não é aprovado no exame de religião, não é admitido para os outros exames.

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