Mulheres batalhadoras daqui e de lá

| 08/03/2010 - 00:00


Marisa tem 31 anos e é nutricionista de um importante hospital de sua cidade.  Juliana, sua única filha, vai fazer 3 anos e aguarda ansiosa pela festinha que a mãe prometeu. Marisa se casou aos 25 anos numa bela cerimônia na igreja que frequentava desde criança. Foi uma surpresa para ela quando seu marido anunciou que estava indo embora de casa, porque nunca a amara de verdade. Juliana ainda não tinha completado um aninho quando isso aconteceu.

Atualmente, Marisa mora com a filha, que fica com uma babá enquanto a mãe supervisiona a alimentação dos pacientes internados no hospital. Aos domingos, as duas seguem para a igreja, e Marisa pode assistir à pregação sossegada, enquanto Juliana aprende suas primeiras lições bíblicas na classe da escola dominical. Quando o culto acaba, as duas ficam por ali um pouco, desfrutando ainda dos momentos agradáveis de comunhão com outros irmãos. Em seguida, vão para casa. Marisa se sente revigorada, pronta para iniciar mais uma semana cheia de trabalho e desafios.

Marisa é, sem dúvida, uma heroína e a homenagem a ela no Dia Internacional da Mulher é mais que merecida.

Outra guerreira

Sara tem 23 anos e é mãe de 3 filhos pequenos. Seu marido era pastor e foi morto numa emboscada quando voltava da igreja. Sara ficou numa situação muito difícil, porque, além de ficar viúva repentinamente, teve que fugir do local onde morava e procurar abrigo junto aos familiares do marido.

No país em que Sara vive, as mulheres não têm muitas oportunidades de estudar ou trabalhar. Na verdade, elas são consideradas apenas um “mal necessário” e esse status piora muito quando não têm um marido do lado. Se a mulher professar a fé cristã, então, seus problemas se agravam bastante.

Com a ajuda de uma organização não governamental, Sara fez um curso de corte e costura e, com as peças que produz, consegue garantir o sustento de seus filhos. Sara sente falta de seus familiares e de sua igreja, e de vez em quando ainda chora de saudades do marido. Mas, Sara é grata a Deus porque sabe que ao redor do mundo há pessoas que se importam com ela a ponto de lhe enviarem ajuda por meio daquela organização.

Sara também é uma guerreira, mas, talvez, em seu país, as pessoas se esqueçam de homenageá-la nesse Dia Internacional da Mulher.

Homenagens e apoio

Marisa e Sara são personagens imaginários que representam pessoas comuns em países onde há liberdade religiosa, no caso de Marisa, e onde os cristãos são perseguidos, no caso de Sara.

Nosso convite é para que, neste 8 de março, você se lembre de honrar as muitas mulheres batalhadoras com quem convive, mas também que você assuma o compromisso de orar e de apoiar de alguma maneira as mulheres da Igreja da Perseguida.

Cristina Ignacio


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Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

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