Portas Abertas visita os cristãos absolvidos no caso Acteal
Após a reunião, o diretor de Portas Abertas no México acompanhou-os até o hotel fornecido pelo governo, onde, mais uma vez, serviu o grupo assegurando-se que havia quartos e refeições para todos os irmãos bem como para os membros de suas famílias que os visitavam. Entre abraços e choros de alegria, os libertos deixaram claro seu reconhecimento e gratidão a Portas Abertas Internacional e a seu diretor por todo amor, orações e apoio econômico que a organização lhes deu ao longo dos anos. Eles deixaram claro que, embora Portas Abertas não tenha sido responsável por sua libertação, sempre lembrarão que esta foi a única organização que os apoiou desde o início e, portanto, esperam manter um relacionamento com ela e com seu diretor. Em uma visita recente que Portas Abertas fez a 6 dos 15 que foram libertos, eles mantiveram sua postura de não dar entrevistas ou declarações por conselho de seus advogados. Entretanto, o grupo expressou sua insatisfação com a situação de moradia que nem seus advogados nem o governo parecem resolver. Eles estão morando em um hotel e, embora o governo estadual cubra as despesas, não há local para lavar ou secar suas roupas. Embora o governo forneça comida, eles não podem cozinhar ou mudar o cardápio. Também não podem entrar no prédio após determinada hora da noite e não têm mais permissão de receber visitas de familiares. Eles dizem que ainda se sentem como prisioneiros literalmente. De forma a resolver esses problemas, os representantes de Portas Abertas no México começaram a ligar para outros corretores cristãos para que tentassem localizar uma casa capaz de acomodar os 15 irmãos libertos a fim de que eles e suas famílias pudessem retomar suas vidas em liberdade. Em um trabalho conjunto, encontramos diversas opções de moradia e, no momento, estamos visitando várias propriedades para nos assegurar que acharemos o local que precisam. “”Cremos que nossa atitude constante de serviço em seu favor permitirá que nos vejam com o amor que sempre tivemos por eles. E esperamos que, por fim, concordem em compartilhar suas experiências conosco””, afirmou um colaborador da Portas Abertas no México.
Sob tais circuntâncias, o diretor da Portas Abertas no México se disponibilizou a servir como representante do grupo após a chegada deles à sede do governo e durante a assinatura dos acordos para que não retornem a suas comunidades, nos quais o governo estadual se compromete a prover moradia e terras para cultivo em outro município do estado.
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