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Ataque no QuĂȘnia soma 69 mortos e 63 desaparecidos

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Confrontos violentos e chamadas de secessĂŁo tĂȘm causado crescente inquietação entre os cristĂŁos e missionĂĄrios nos municĂ­pios do Norte e da Costa do QuĂȘnia. Membros da Igreja e missionĂĄrios dizem que as açÔes fazem parte de um plano mais amplo para introduzir a sharia (lei islĂąmica) nas cidades predominantemente muçulmanas da regiĂŁo.

Islamitas afirmaram nessa manhã (24), ainda manter reféns no shopping. Hå relatos de que tiros foram disparados dentro do complexo nesta terça.

A polĂ­cia queniana anunciou no Twitter que estava desativando explosivos colocados pelos islamitas durante seu ataque. Segundo a agĂȘncia EFE um comandante relatou nas primeiras horas da manhĂŁ que a operação nĂŁo estĂĄ concluĂ­da. A agĂȘncia Reuters noticiou que militares mataram seis rebeldes dentro do shopping.

Segunda-feira (23/09)
Forças de segurança do país fizeram vårias tentativas de entrar no centro comercial, mas foram forçadas a se retirar. Segundo autoridades quenianas, militares israelenses e norte-americanos também estão participando da operação.

A årea próxima ao setor comercial estå isolada e ocupada por forças de segurança, mas hå pessoas se reunindo no local com o objetivo de ajudar as vítimas. Estima-se que jå tenha sido arrecadado cerca de US$ 250 mil. No início da manhã de ontem (23), a KDF informou que a situação deverå ser controlada em breve.

Entre as vĂ­timas estĂŁo trĂȘs cidadĂŁos britĂąnicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um mĂ©dico peruano que trabalha no Fundo das NaçÔes Unidas para a InfĂąncia (Unicef) e no Banco Mundial, um ganĂȘs e um sobrinho do presidente do QuĂȘnia, Uhuru Kenyatta, segundo confirmaram os governos de cada um dos paĂ­ses.

*Com informaçÔes da AgĂȘncia Itar-Tass.

A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando hå risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.