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Julgamento de cristão marroquino é adiado

Portas Abertas • 15 out 2013

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Mohamed foi detido e acusado de “”abalar a fé de um muçulmano””. Pouco depois, ele foi condenado a 30 meses de prisão e ao pagamento de 5 mil dirhams (equivalente a 1.319,50 reais). Em 26 de setembro, o cristão da cidade de Ain Aisha foi, inesperadamente, libertado durante uma breve aparição perante o Tribunal de Recurso, em Fes.


Uma audiência de apelação, que foi prevista para a última quarta-feira (10/10), foi adiada para 31 de dezembro deste ano. Até essa data, ele está em liberdade condicional. Ele entende que qualquer decisão oficial depende do resultado marcado para a nova data.


A constituição marroquina assegura liberdade de religião e, embora o islamismo seja a religião oficial do país, os estrangeiros podem praticar livremente sua fé. Eles frequentam cultos religiosos sem quaisquer restrições ou temor de represálias. Cristãos locais, porém, enfrentam severa perseguição e qualquer tentativa de conversão de um muçulmano ao cristianismo é ilegal.


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