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Líderes religiosos centro-africanos pedem à ONU por intervenção no paí

Portas Abertas • 04 abr 2014

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Apesar de mudar o presidente e chegarem alguns milhares de tropas para manter a paz (embora os 500 soldados prometidos pela União Europeia não tenham vindo conforme o programado), a chacina não diminuiu.

O arcebispo católico de Bangui, o líder das igrejas protestantes e o imã de Bangui também se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban-Ki-moon, que disse: “Queremos passar uma mensagem essencial: que o conflito na República Centro-Africana não se trata de religião”.

Ban afirmou que sua iniciativa conjunta de “plataforma para a paz” é um “poderoso símbolo da longa tradição de coexistência pacífica em seu país. Afiliações religiosas e étnicas estão sendo manipuladas para fins políticos”, disse ele.

Adicionando suas vozes aos apelos globais na ONU pela paz, dois cantores de renome pediram o fim da violência. O cantor do Senegal e uma vez ministro, Youssou NDour, e a cantora centro-africana Idylle Mamba, artistas respectivamente muçulmano e cristã, promoveram uma mensagem de paz e tolerância em um single intitulado “One Africa” (Uma África), no qual cantam em dueto.

“De Dakar a Bangui, vamos ser orgulhosos e fortes pela África. Vamos sair da escuridão e celebrar a paz em música, disse o dueto, que fala que a religião não é uma fonte de divisão, mas uma fonte de riqueza.