Dia 26: O que Jesus respondeu sobre a perseguição
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A instrução bíblica sobre resistir à perseguição é geralmente entendida como o dever de um cristão de responder passivamente a ameaças e violência oferecendo a outra face. No meio do conflito entre muçulmanos e cristãos, um líder da igreja na Nigéria tem sido repetidamente citado dizendo: “”Nós oferecemos a outra face muitas vezes. Não temos mais faces para oferecer!””
Mas os cristãos palestinos, envolvidos na mobilização pela paz, reconciliação e movimentos contra a violência, explicam o ensinamento de Jesus sobre “”dar a outra face”” de forma diferente, dizendo que ele estava instruindo seus seguidores a reagir ? não defensiva, mas ativamente ? pela paz.
Usando um exemplo culturalmente relevante do tempo de Jesus, uma pessoa que deu um tapa no rosto do outro usou as costas da mão direita, um ato de insulto de um superior sobre um inferior.
Mas, ao virar o rosto, oferecendo “”a outra face””, a vítima é empoderada, forçando o agressor a dar um segundo golpe, seja com a mão aberta ou com o punho fechado, ou então, resolver o conflito.
A resposta semelhante a de Cristo, de dar a outra face, transforma a troca violenta, bem como os papéis de agressor e vítima, comunicando que a vítima vê a si mesmo como um igual, redefinindo o relacionamento e forçando o opressor a uma escolha: aumentar a violência ou responder com arrependimento e reconciliação.
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