A Igreja abre mão das celebrações de final de ano no Paquistão

| 26/12/2014 - 00:00


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Cristãos locais relataram que o ataque à escola, o mais sangrento da história do Paquistão, aconteceu um ano depois de o Talibã realizar um atentado suicida em uma igreja localizada na mesma cidade de Peshawar.

Em 22 de setembro 2013, dois homens-bomba ligados ao Talibã paquistanês se detonaram em frente aos portões da igreja. Cristãos disseram que o templo tinha acabado de ser construído e no culto de domingo mais de 600 membros estavam saindo da igreja quando as bombas explodiram. Mais de 100 fiéis foram mortos no ataque, que o Talibã assumiu ter feito em retaliação à atuação dos EUA no Paquistão.

As tensões também têm sido alimentadas pela legislação. Cristãos são presos por falsas acusações de blasfêmia contra o Islã. A Igreja tem clamado a Deus para que o governo do Paquistão tome medidas sérias para erradicar o terrorismo e extremismo religioso. ""Agora é o momento de tomar medidas firmes contra aqueles que abertamente espalham o ódio, o extremismo e o terrorismo em nome da religião”, diz um cristão local.

Um dos líderes da Igreja, também condenou o ataque à escola. ""Este é um ato desumano e a comunidade cristã está solidária aos familiares enlutados. Todas as igrejas vão continuar orando pelas vítimas e visitarão as famílias. Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram”, ele concluiu citando Romanos 12.15.


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