“A vida pertence a Deus”

Pastor perseguido da Colômbia veio ao Brasil para contar sobre como conheceu a Cristo e a perseguição em seu país

| 11/12/2018 - 00:00

Em seus dias no Brasil, Jasar compartilhou sobre seu testemunho e a realidade da igreja na Colômbia

Em seus dias no Brasil, Jasar compartilhou sobre seu testemunho e a realidade da igreja na Colômbia


Jasar, pastor colombiano perseguido, visitou o Brasil, pela segunda vez, do dia 21 de novembro a 10 de dezembro para compartilhar um pouco sobre seu testemunho e a realidade da perseguição na Colômbia. Ao todo, foram 21 igrejas visitadas em São Luís (MA), Brasília (DF) e São Paulo (SP), com uma média total de 4 mil pessoas. Ele nasceu nas montanhas colombianas e não conheceu sua mãe. Aos 5 anos já era ateu e aos 7, guerrilheiro, com sangue nas mãos. Perseguiu a igreja durante 22 anos, nos quais Deus se revelava para ele por meio de pessoas, sonhos e revelações, mas ele continuava sem acreditar.

Até certo dia, em que foi cercado e não podia se entregar. Então decidiu se matar e apesar de colocar a arma na cabeça, ela não disparou. Naquele momento, ele fez uma oração e disse que se Deus realmente existisse, era pra aparecer e tirá-lo dali que faria um pacto até o dia de sua morte. Então viu um vento forte e fogo, e acabou sendo trasladado para fora do combate, a mais de um quilômetro de onde estava. Mesmo assim, não acreditou no que Deus tinha feito. Um helicóptero passou atirando e enquanto pensava para onde fugir, Jesus lhe apareceu e perguntou porque ele o perseguia. A partir daquele dia, se tornou cristão e passou a ser perseguido.

Há um ano e meio, Jasar trabalha na implantação de igrejas, arriscando sua vida todos os dias. Mas continua porque tem uma promessa e uma palavra de Deus que disse para não ter medo e não sair do lugar onde estava, porque precisava dele ali. “Tudo que Deus fala, ele faz. Por isso fico na zona de guerra. A vida pertence a Deus e dele depende tudo o que somos”, declarou.

Perseguição na Colômbia
Nas cidades centrais, onde o turismo é fomentado, a perseguição não é percebida. Porém, nos campos a realidade é outra, ali o perigo é real já que as milícias controlam tudo. Os mais atingidos são os cristãos, por não cooperarem com os guerrilheiros. Nesses locais, não há segurança, além de não ser permitida a construção de templos e a entrada de missionários, pastores e evangélicos. Quando há confrontos, os cristãos precisam deixar a região.

Em contato com a perseguição
Se você deseja ouvir um cristão perseguido, terá a oportunidade de levar Pablo (pseudônimo), também da Colômbia, até sua igreja. Ele virá ao Brasil entre 17 de janeiro e 5 de fevereiro de 2019. Faça seu convite e seja abençoado com as experiências compartilhadas.

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