Apesar da liberdade religiosa, cristãos sofrem com a violência no Méxi

| 13/08/2015 - 00:00


Em uma série de indicadores políticos e de segurança, o México continua com uma péssima pontuação. Segundo o Serviço de Notícias Mexicanas, Proceso, o país ocupa a terceira posição (depois da Rússia e Colômbia) no índice de impunidade global, que leva em conta as seguintes variáveis: polícia per capita, capacidade carcerária, juízes per capita e histórico de direitos humanos.

Um Centro de Pesquisas do México, em conjunto com o Equador, Honduras, Peru e Venezuela, recebeu suas piores escalas de liberdade de imprensa, no Índice da Freedom House, em mais de uma década. Finalmente, o Ministério do Interior mexicano divulgou um relatório, no mês passado, revelando que, em média, os homicídios ocorrem a cada meia hora no México.

Segundo analistas do setor infelizmente, esses números alarmantes já eram de se esperar. O contexto da violência tornou-se uma das principais preocupações dos cidadãos mexicanos e de seu governo. Os efeitos são claramente visíveis, distorcendo o funcionamento global da sociedade, através da criação de uma cultura de medo, impunidade e corrupção.

A liberdade religiosa no México, e em geral, na América Latina, é um quadro complexo. Resulta da interação entre uma total falta de segurança e de exclusão social. O alto grau de violência afeta particularmente os cristãos, que são percebidos como uma ameaça às organizações criminosas.


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