Atentados contra cristãos e outras minorias religiosas causam pânico n

| 10/07/2015 - 00:00


O responsável pelo incidente foi Muhammed Sindi, de 25 anos, que alega sofrer de doença mental. Testemunhas contam que ele tentou fugir gritando ""Allahu Akbar"", que é o título do hino nacional da República Árabe da Líbia e que, originalmente foi uma marcha egípcia muito popular, e quer dizer “Deus é grande”. O fogo foi apagado rapidamente pelos moradores que estavam ali perto e o homem foi preso.

Poucos dias depois o mesmo jornal relatou outro incidente. No início da manhã, 16 casas de muçulmanos xiitas, do noroeste da Turquia, foram marcadas com uma cruz. No mesmo dia, um café próximo do município, que servia como local de culto de xiitas, também foi incendiado. A polícia abriu uma investigação.

Rolf, analista de perseguição da Portas Abertas, comenta: “Eu acredito que estes dois incidentes estão relacionados. Eles têm pouco ou nada a ver com a turbulência política que atualmente assola o país, desde as eleições parlamentares de 7 de junho. Na Turquia, existe a tradição de que os muçulmanos devem ser sunitas. Esta é uma combinação do radicalismo islâmico e o nacionalismo religioso. Agora os xiitas e os cristãos vivem a mesma situação”.

Nenhum cristão ou xiita se feriu nesses incidentes, mas a intimidação teve um efeito enorme. Ambos os grupos minoritários perceberam que estão na mesma mira de muçulmanos sunitas. Eles sabem que ainda não são aceitos na Turquia e temem o que está por vir. A turquia ocupa a 41ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa 2015. Esse ano é o primeiro do país entre as nações mais perseguem os cristãos.


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