Blasfêmia

| 03/02/2017 - 00:00


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“Aqueles que querem ser livres devem ir embora para outros países e recomeçar a vida. Aqui em Maldivas, somente os não muçulmanos têm o direito de seguir outra religião. Mas se um muçulmano abandonar o islã: blasfêmia! Aqueles que se convertem ao cristianismo devem se arrepender, caso contrário serão mortos. Assim é a lei por aqui”, disse um maldívio estudioso que vive no país.

A igreja nas Maldivas enfrenta sérias dificuldades por conta do islamismo conservador. O governo praticamente afirma que a população é 100% muçulmana. Não há a menor garantia de liberdade às minorias religiosas que são ignoradas e perseguidas violentamente.

A leitura da Bíblia e livros cristãos é expressamente proibida a qualquer cidadão e a importação desses materiais é ilegal. Até mesmo os turistas devem entrar no país somente após assinar um documento declarando não portar bens proibidos e sujeitos à restrição, que inclui materiais gráficos religiosos. Por todos esses motivos, a igreja nas Maldivas sobrevive de forma subterrânea e secreta. Não deixe de interceder por eles.

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