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Cristão é morto pelo Estado Islâmico no Egito

Em vídeo, os extremistas também ameaçam todos os seguidores de Jesus no país

Publicado em 19 abr 2021

Nabil Habashy Salama estava em cativeiro no Egito desde novembro de 2020

No domingo, 18 de abril, o cristão Nabil Habashy Salama, de 62 anos, foi morto pelo Estado Islâmico no Egito. Em novembro do ano passado, a Portas Abertas noticiou o sequestro do seguidor de Jesus, que era dono de uma joalheria e tinha financiado a construção da única igreja na cidade de Bir Al-Abd.

O grupo extremista Estado Islâmico divulgou um vídeo em que militares do grupo ameaçam os cristãos no Egito, dizendo que o destino dos fiéis será o mesmo de Salama. O cristão contou que estava em cativeiro há cerca de três meses e que a igreja cristã colabora para combater a ação do grupo extremista no país. Salama foi morto com um tiro na cabeça enquanto estava ajoelhado em frente aos extremistas.

Portas Abertas 3 (33) 1618856973073No vídeo, o grupo extremista ameaça outros cristãos egípcios (fonte: Egypt Today)

O Egito ocupa o 16º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os cristãos são pressionados para abandonar a fé e enfrentam perseguição vinda de familiares, amigos, comunidade e autoridades do país. Os grupos extremistas também são responsáveis pela perseguição, com agressões, sequestros e violência.

Pedidos de oração

  • Interceda pelos familiares de Salama, para que Deus traga conforto e esperança neste momento.
  • Ore pelos cristãos no Egito, para que Cristo os fortaleça e os mantenha firmes na fé diante da perseguição e ameaças.
  • Peça para que os extremistas tenham os planos frustrados e conheçam o amor de Jesus e sejam transformados.
  • Clame para que o governo do Egito tenha sabedoria e astúcia para combater o radicalismo islâmico no território.

A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.