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Cristão egípcio é inocentado de acusação de blasfêmia

Professor usou o nome do profeta do islamismo em sala de aula e caso foi ao tribunal

Publicado em 02 abr 2018

Professor foi acusado de blasfêmia (Foto representativa por razões de segurança)

Um professor cristão foi considerado inocente de uma acusação de “blasfêmia” depois de ter sido acusado no mês passado de incluir o nome do profeta do islamismo, Maomé, em uma atividade de perguntas e respostas em sala de aula.

Durante a audiência, em 19 de abril, tanto o diretor da escola como um deputado local defenderam o professor, Magdy Farag Samir, dizendo que ele tem uma “boa reputação e boas maneiras” e que o mesmo “não queria insultar ninguém”.

Após o veredicto, o líder cristão local, Armia Abdou Bebawy, disse à Portas Abertas: “Agradecemos ao sistema judiciário do Egito por não discriminar os cidadãos. Este caso proporcionou a harmonia e a paz comunitária”. Ele acrescentou que os cristãos egípcios “apreciam, respeitam e prezam a fé de todos”.

Pedidos de Oração

  • Agradeça a Deus pela justiça feita no caso de Samir. Louve o nome do Senhor pela vitória alcançada.
  • Ore pela Igreja Perseguida no Egito, país que ocupa o 17º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2018.
  • Interceda para que os cristãos locais sejam sal e luz na nação, independentemente das dificuldades e aflições que passem.

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