Cristão foi preso por orar na Coreia do Norte

O cidadão americano Kim Hak Song descobriu que seus “atos hostis contra o governo” eram orações

| 08/06/2018 - 00:00

Ele cometeu o crime de orar (Foto representativa)

Ele cometeu o crime de orar (Foto representativa)


Kim Hak Song foi preso em um trem que ia da capital da Coreia do Norte, Pyongyang, para a China em maio de 2017, supostamente por ter cometido atos hostis contra o governo. Falando à própria igreja em Los Angeles sábado passado, o cidadão americano disse que perguntou às autoridades o que ele tinha feito de errado. A resposta foi que ele cometeu o crime de orar. Os oficiais tinham cópias de e-mails que Song havia enviado à igreja, pedindo-lhes para orar pela Coreia do Norte. Eles também sabiam que ele tinha um grupo de oração pela manhã.

Song era um missionário da sua igreja na China, e passava um mês na Coreia do Norte a cada vez que ia. Ele estava envolvido em desenvolvimento agrícola na Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang. Embora não tenha sido torturado durante a prisão, a esposa afirma que ele sentia dores.

Song foi libertado em 9 de maio, com dois outros cristãos, Kim Kong-chul, um pastor de aproximadamente 60 anos, e Tony Kim (também conhecido como Kim Sang-duk). Segundo a Casa Branca, a soltura dos três foi um ato de boa vontade que precede a reunião do presidente americano, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, marcada para 12 de junho.

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