Cristãos amedrontados pelos ataques do Al-Shabaab no Quênia
Publicado em 27 jun 2021

Os cristãos que vivem na área metropolitana de Mandera, Nordeste do Quênia, precisam de oração. A região é frequentemente atacada por extremistas do grupo Al-Shabaab, tanto que nas últimas duas semanas aconteceram cinco ataques. Os jihadistas mataram pelo menos oito pessoas, sequestraram três e feriram 15.
Os moradores temem outros ataques porque estão vendo homens armados perambulando pela região. Por isso, a cidade de Mandera está em alerta máximo, e a população foi aconselhada a estar em casa às 18h30.
Nesse contexto, os cristãos são alvos primários dos radicais islâmicos, por isso sentem-se mais expostos à violência. O resultado é que muitos meios e transportes locais estão se recusando a transportar os seguidores de Jesus. Com isso, os motoristas tentam evitar que os ônibus sejam atacados.
Apesar do Quênia ser um país onde 43,9 milhões de pessoas são cristãs, muitas enfrentam pressão e violência dos radicais islâmicos que atuam na região. O aumento da violência colocou o território em 49º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021.
Além disso, o crime organizado também é considerado uma ameaça aos cristãos quenianos. A omissão das autoridades corruptas nos casos de violência contra nossos irmãos e irmãs na fé favorece o aumento dos ataques à comunidade cristã.
Pedidos de oração
- Interceda pelos cristãos no Quênia que vivem com medo dos ataques de extremistas islâmicos, que eles recebam a paz e a proteção de Deus e continuem a ser testemunhas do amor de Jesus.
- Ore para que os governantes tenham sabedoria e compromisso para liderar o país, e que os direitos dos cidadãos sejam respeitados.
- Peça pelos parceiros locais da Portas Abertas que atuam na região, que eles sejam guardados pelos Senhor e ampliem o trabalho de fortalecimento dos cristãos locais.
A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.
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