Cristãos permanecem presos no Laos

Um parceiro da Portas Abertas ficou 49 dias isolado no escuro, com as mãos e pés algemados

Em julho, quatro cristãos do Sul do Laos foram presos. Um dos detidos foi um professor do treinamento Permanecendo Firme Através da Tempestade (PFAT). Recentemente, a Portas Abertas esteve com as esposas dos líderes cristãos para assistir nas necessidades e saber da situação deles.

Os cristãos ainda estão presos, mas em celas separadas de outros detentos. No início, a justificativa das detenções foi o desrespeito aos costumes funerários locais. Porém, um parceiro local disse que os seguidores de Jesus estavam sendo monitorados pelas autoridades. Agora, eles estão presos sob duas acusações: interromper a unidade da comunidade e reunir pessoas para adoração sem permissão prévia.

A “quebra da unidade da comunidade” é uma justificativa comum que as autoridades usam para acusar cristãos. Houve um incidente semelhante, quando um grupo de pastores foi preso por exercer o ministério pastoral no território.

Inthy*, parceiro da Portas Abertas no país, ficou isolado em uma cela escura, com as mãos e pés algemados por 49 dias. Esse local foi projetado para criminosos perigosos, como assassinos. Agora, ele e outros cristãos podem receber visita das esposas na prisão, e por meio delas serem fortalecidos na fé. Há outros parceiros locais que estão prestando assistência especial aos cristãos e às famílias deles como cuidado emocional, espiritual e financeiro.

*Nome alterado por segurança.

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