Cristãos podem enfrentar retomada da guerra

| 14/10/2016 - 00:00


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O Sudão do Sul tem vivido momentos complicados e se esforça para acabar com a guerra que tem devastado o país. O Conselho de Segurança da ONU autorizou o envio de 4 mil soldados a fim de colaborar com os esforços do governo, mesmo depois das autoridades sul-sudanesas terem expulsado o coordenador de ajuda humanitária da organização, sem explicação alguma, no ano passado. Em 2014, o governo também determinou a saída de um funcionário por ter realizado investigações sobre a situação dos direitos humanos no país.

O acordo de paz assinado em agosto de 2015 não está funcionando. Os dois grupos rivais estão em conflito. De um lado, o presidente Salva Kiir Mayardit, e de outro, o vice-presidente Riek Machar, antigos rivais. Eles se reuniram para negociações enquanto suas facções se confrontaram. Pelo menos 115 soldados morreram durante o tiroteio, em Juba, capital do país, no mês de julho.

Infelizmente, a igreja tem sido fortemente atingida por essa situação. A separação do Sudão do Sul, que ocorreu em 2011, causou grande tensão nas regiões fronteiriças, onde vivem muitos cristãos. Bombardeios feriram e mataram a muitos, além de destruírem casas, plantações e templos. Há milhares de famílias deslocadas, vivendo em situações precárias. Campos da ONU e igrejas estão sendo usados como abrigos. A guerra, que já causou tantos estragos à comunidade cristã, pode ser retomada. Se isso acontecer, a situação dos cristãos pode ser ainda pior. Interceda pela igreja no Sudão do Sul.

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