Jovens paquistaneses querem que cristãos sejam respeitados

| 17/11/2015 - 00:00


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No Paquistão, a campanha realizada pelos jovens muçulmanos, para chamar os cristãos de ""povo do Messias"", evitando assim as denominações pejorativas atuais, tem como parte da campanha o movimento Green for White, ou seja, os ""verdes"" pelos ""brancos"".

Na bandeira do Paquistão, existe um campo verde escuro representando a maioria muçulmana do país, com uma faixa branca ao lado da haste, representando as minorias religiosas. No centro, há uma lua crescente branca, simbolizando o progresso, e uma estrela de cinco pontas, que representa luz e conhecimento. A bandeira simboliza o comprometimento paquistanês com o islã, ao mundo islâmico e aos direitos das minorias religiosas.

A campanha é, portanto, para motivar os muçulmanos a apoiar as minorias religiosas, que nos últimos anos se tornaram alvo de discriminação por preconceito, estereótipos e violência. Cada estudante envolvido no movimento prometeu levar esta mensagem a pelo menos 100 outras pessoas. ""É importante trabalhar para mudar os comportamentos sociais em relação às minorias, de modo que eles sejam devidamente respeitados e protegidos"", disse Kamran Michael, único senador cristão do Paquistão.

Hoje em dia, o termo ""isai"" utilizado para nomear os cristãos, quer dizer ""raça impura"", ou ainda, indica posições inferiorizadas na sociedade. Em documentos legais, que determinam as ""castas"", os cristãos, independentemente do nível de educação ou financeiro, são todos referidos como ""isai"", ou seja, trabalhadores de áreas sanitárias. Na cultura paquistanesa, isso é o equivalente a dizer ""lixo da sociedade"".

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