Mulheres de força

| 29/11/2015 - 00:00


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De acordo com um relatório da Portas Abertas, muitas mulheres africanas sobreviveram a um ataque de grupos armados, em sua maioria jovens que chegaram atirando e explodindo muitas casas. Eles só tiraram as vidas das mulheres que resistiram à violência. Odette*, uma cristã, foi uma dessas que se renderam.

As semanas e meses que se seguiram foram muito difíceis para as mulheres agredidas, pois elas foram consideradas como traidoras e adúlteras pelo povo. Odette sabia que isso não era verdade. Todas elas eram inocentes e vítimas daquele grupo extremista.

""Eu agradeço à equipe da Portas Abertas por ter me encontrado e por me levar ao hospital. Eu tive uma grande ajuda. E como cristã, através da Bíblia, eu luto para apagar essas lembranças tão terríveis, e peço ao Senhor que não permita que eu seja infectada pelas doenças deles. Eu estou meditando sobre o salmo 91, e tenho tido paz"", diz Odette.

Alguns meses depois, o líder da igreja onde Odette frequenta, bateu em sua porta para dizer que as mulheres cristãs foram convidadas para passar por uma bateria de exames de saúde. Foi um momento muito esperado por ela, não só pelos exames, mas por ser reconhecida como uma vítima da violência. Quando ela viu os resultados dos testes, descobriu que o Senhor havia respondido suas orações e a preservou das doenças. Atualmente, Odette se reúne com 26 dessas cristãs, mantendo uma pequena igreja, da qual ela é líder. ""Estou sempre reforçando sobre a importância de abrir suas Bíblias e refletir na palavra"", conclui a cristã.

*Nome alterado por questões de segurança.


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