Interceda pelo pastor Salavat Serikbayev

| 06/07/2007 - 00:00


Salavat Serikbayev está com 33 anos e é casado com Atigul. Eles têm cinco filhos com idades entre 1 e 10 anos. A família mora em Muinaq, Karakalpaquistão, uma república autônoma do Uzbequistão que proíbe as atividades religiosas de todos os não-muçulmanos.

Salavat tinha 19 anos quando se tornou cristão, em 1994. Ele foi um dos primeiros cristãos de Muinaq. Batizado imediatamente depois de sua conversão, recebeu o Novo Testamento e tornou-se pastor de um pequeno grupo de cristãos.

Salavat nunca havia estudado a Bíblia antes, mas todos os dias ele lia um versículo e o explicava para as pessoas. O grupo de cristãos em sua vila cresceu na medida em que Deus confirmava sua Palavra através da cura e salvação.

A oposição dos parentes, sociedade e autoridades têm feito parte da vida de Salavat e Atigul. Salavat já foi multado em várias ocasiões. Em 1999, ele passou quatro meses na prisão. Sua liberdade lhe foi oferecida em troca da rejeição ao cristianismo. Ele não aceitou.

Em retaliação à sua resistência, Atigul foi demitida do emprego. Certa vez uma multidão enfurecida cercou a casa do casal e ameaçou atear fogo.

A família tem passado por pobreza além da média da cidade de Muinaq. Quando Salavat foi solto da prisão em 1999, ele voltou para sua casa e uma de suas irmãs disse: “Agora que você está em casa, você pode comer”. Só que não havia comida nem dinheiro.

Maná no deserto

Salavat e Atigul oraram: “Deus, Tu tens visto o que tem acontecido, por favor faça alguma coisa! Precisamos de comida. Estamos dispostos a trabalhar, mas não temos emprego e agora estamos desesperados”.

Dois estranhos bateram à porta da casa. Eles explicaram que estavam viajando de carro por ali. Muinaq não fazia parte do percurso, mas sentiram que tinham que passar na casa de Salavat. Deixaram um pacote e foram embora. Salavat saiu para vê-los, mas não encontrou qualquer sinal do carro.

O pacote continha dinheiro suficiente para manter a família por um mês. Eles ficaram imensamente gratos a Deus por providenciar essa visita. Quando Salavat disse à sua filha de 3 anos o que tinha acontecido, ela disse: “Posso chamar seu Deus de meu Deus?”.

Prisão e perseguição

Em janeiro de 2007, a polícia fez uma batida na cidade de Nukus, perto de Muinaq, onde Salavat passava um tempo com seus amigos cristãos. Um homem fez uma queixa contra ele e Salavat foi acusado sob o Artigo 229-2 do código criminal por “quebra de protocolo e ensino da religião”.

Desde então, o comitê local de Mahalla (distrito residencial) começou a privar a família do pastor de receber proteção social, incluindo os benefícios para as crianças e acesso à saúde.

Em maio deste ano, Salavat recebeu uma sentença de dois anos de prisão em um campo de trabalhos forçados. Além disso, foi obrigado a passar 20% de seu sustento ao Estado. Antes disso, foi proibido de viajar para o exterior e de estar envolvido em qualquer atividade religiosa, considerada ilegal (nenhuma igreja no Karakalpaquistão possui registro).

Tempos depois, sua sentença foi alterada para um ano. Salavat está agora plantando árvores no deserto das 8 às 20 horas sob o forte sol do Uzbequistão.

Pedidos de oração

  • Ore pela manutenção da saúde, fortalecimento e persistência à Salavat.
  • Ore por Atigul e seus filhos durante esse tempo difícil para que todas as suas necessidades materiais e espirituais sejam plenamente supridas.


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