Saiba mais sobre a libertação das duas sul-coreanas

| 13/08/2007 - 00:00


O Ministério de Exteriores da Coréia do Sul confirmou a libertação de duas sul-coreanas de um grupo de 21 missionários que são mantidos reféns pelos talibãs há três semanas no Afeganistão, informou a agência "Yonhap".

As duas mulheres estão em um local seguro sob custódia sul-coreana, onde receberão atendimento médico", afirmou o porta-voz do ministério, Cho Hee-yong.

Fontes do Governo sul-coreano afirmaram que os talibãs libertaram Kim Gina, de 32 anos, e Kim Kyung-ja, de 37 anos, sem fornecer mais detalhes.

As duas mulheres estão no território das tropas aliadas em Ghazni, no sul do país, de onde serão levadas para bases sul-coreanas.

A Casa Presidencial da Coréia do Sul expressou sua satisfação com a libertação das duas reféns, mas lamentou que os outros 19 missionários permaneçam com o grupo islamita.

O Governo está satisfeito, junto com todo o povo sul-coreano, pela libertação de dois dos compatriotas retidos no Afeganistão, mas lamenta que os outros 19 continuem em cativeiro", afirma o comunicado da Casa Presidencial.

Caso

Os talibãs seqüestraram 23 sul-coreanos em 19 de julho. Dois deles foram executados dias depois de o Governo afegão ter se negado a atender às exigências do grupo insurgente para que libertasse alguns presos. 

Um deles era o pastor Bae Hyung-kyu, fundador da Igreja Presbiteriana Saemmul, morto pelo grupo no dia do seu aniversário,ao completar 42 anos.

Até agora, os talibãs tinham exigido que o Governo afegão libertasse seus presos rebeldes em troca da libertação dos missionários sul-coreanos, dos quais 18 são mulheres.

As autoridades sul-coreanas esperavam a libertação de dois dos reféns desde sábado, depois que os talibãs anunciaram que os soltariam por estarem doentes e como um "gesto de boa vontade".

Na sexta-feira (10), uma missão sul-coreana enviada ao Afeganistão para buscar a libertação dos reféns se reuniu pela primeira vez com o grupo talibã na cidade de Ghazni.


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