Governo eritreu nega violação à liberdade religiosa

| 14/08/2008 - 00:00


A Eritréia continua desmentindo as acusações de repressão religiosa, com a ajuda do conselheiro presidencial Yemane Ghebremeskel. Ele afirma que o país tem uma Constituição secular e uma longa tradição de história religiosa.

A última notícia do país foi a detenção de oito jovens cristãos em um contêiner porque eles questionaram a queima de Bíblias promovida pelo Exército ( leia mais).

O Departamento de Estado norte-americano, em seu Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa, afirma que Eritréia não implementou a liberdade religiosa da Constituição de 1997. O departamento estatal designou no ano passado a Eritréia como um País de Preocupação Particular ( leia mais).

Mais de 2,000 cristãos, inclusive os pastores e padres de igrejas protestantes e ortodoxas, estão agora detidos em delegacias de polícia, acampamentos militares e prisões ao longo do país por causa de suas convicções religiosas.

Embora tenham sido encarcerados por meses ou até mesmo anos, nenhum foi oficialmente acusado de alguma ilegalidade e nem passou por processo judicial.

Em dezembro de 2006, o governo de Eritréia tomou o controle financeiro e pessoal da Igreja Ortodoxa erítrea. A igreja que estava sob o controle do patriarca Abune Antonios foi tomada e ele colocado sob prisão domiciliar e despido de toda a autoridade eclesiástica desde agosto de 2005 ( relembre).


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