Escolas católicas correm o risco de ter que mudar sua abordagem

| 27/03/2009 - 00:00


A diocese de Hong Kong está em dúvida sobre o futuro das escolas católicas da ilha. As preocupações foram causadas pela emenda de lei sobre educação aprovada em 2004, pela qual todas as escolas que recebem apoio financeiro do governo devem fazer um acordo com os comitês de diretores de escolas, com um valor diferente de outras instituições de ensino.

O governo assegura que isso concede uma maior transparência e democracia, enquanto os diretores de escola particulares dizem que é apenas uma manobra para permitir a interferência das autoridades na administração das escolas, o que causaria a eliminação do elemento católico na educação.

O cardeal Zen Ze-kiun, arcebispo de Hong Kong, expressou sua preocupação ao dizer que o governo não reconhece a contribuição que as escolas dão para a sociedade. Agora, o Sunday Examiner, semanário da diocese, levantou novamente o problema com medo de que as escolas católicas não estejam aptas a desfrutar da isenção concedida pela lei até 2012.

A reportagem também enfatiza que o modelo proposto pelo governo para melhorar o ensino e administração de muitas escolas arrisca atrapalhar o rendimento das escolas católicas, que têm um grande prestígio e reconhecimento na sociedade de Hong Kong.

As escolas da diocese dão uma ênfase especial em aplicar valores éticos, religiosos e espirituais em seu currículo. Se mais de 200 escolas ligadas à Igreja não puderem continuar a ensinar de acordo com essa abordagem, a missão delas estaria arruinada, e isso prejudicaria toda a sociedade.


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