Acusados de matar copta são condenados a cinco anos de prisão

Os cristãos no Egito estão descontentes com uma sentença que condena alguns policiais a apenas cinco anos na prisão pelo assassinato de um cristão copta, quando outros casos similares seriam punidos com prisão perpétua ou pena de morte.

A família do cristão acusou o tribunal de facilitar a sentença e agora considera apelar da decisão, afirmando que ocorreu um erro na aplicação da lei.

A equipe de advogados afirma que a acusação deveria ter sido classificada como “homicídio doloso”, mas, ao invés disso, foi classificado como “roubo que levou à morte”. Além disso, apesar de um grande grupo de policiais estar envolvido, apenas dois foram julgados.

Em agosto de 2007, Nasser Gadallah, 39, foi atirado da janela de sua casa por um grupo de policiais, e diante de seus filhos. Nasser havia processado um policial por extorsão, e os colegas do acusado queriam forçar o cristão a retirar a queixa.

A viúva de Nasser afirma: “Tudo isso porque ele exigiu seus direitos; ele perdeu a vida porque exigiu seus direitos”.