Visita à viúva Pauline Ayyad

| 14/09/2009 - 00:00


Gary Foster, terapeuta de trauma da Portas Abertas, visitou Pauline e sua família nas redondezas de Gaza. Aqui segue uma pequena atualização dessa querida irmão.

Pauline Ayyad perdeu seu marido em 7 de outubro de 2007. Rami Ayyad, com 30 anos na época, era o gerente da livraria da Sociedade Bíblica em Gaza. Ele foi baleado na cabeça (saiba mais).

Rami deixou sua esposa e os dois filhos pequenos. Pauline estava grávida de cinco meses quando o marido faleceu. Quando sua filhinha nasceu, ela a batizou de Sama, céu em árabe, porque o pai dela está no céu.

Gary visitou Pauline em sua casa. “Ela tem um filho que é muito ativo e precisa de uma válvula de escape para seus sentimentos. Os dois garotos gostaram de receber atenção, com alguém que os girasse e jogasse para o alto – muita energia para gastar! Eles poderiam usar formas de canalizar essa energia que provavelmente não estão disponíveis facilmente em seu ambiente.”

Sobre Pauline, Gary diz com respeito: “Pauline identificou o estágio da solidão no processo de luto. Ela já passou dos estágios de choque, fúria e fortes sentimentos nos últimos dois anos, e está prosseguindo para um ‘novo estágio de vida’ neste ponto. Ela não tem apoio, mas luta com as questões cotidianas; não ter o amparo de um marido é difícil nessa cultura. Pauline também diz ter dificuldades de recordar o passado ou detalhes do que aconteceu, e se sente culpada por não recordar ou por querer prosseguir com sua vida.

Pauline recebeu a visita de parentes de Gaza. Foi uma boa visita, mas foi difícil, e ainda é, conseguir as permissões necessárias para entrar na cidade onde Pauline mora.

É duro para ela estar distante de seus parentes e irmãos em Cristo que vivem em Gaza. Apesar disso, a família do falecido marido está com ela e Pauline pode contar com seus vizinhos também.

Gary conta que Pauline precisa que alguém tome conta das crianças às vezes. Ela trabalha fora e há uma creche, mas pegar seus três filhos ativos e fazer compras é uma missão complicada. Ela tem condições de pagar por uma babá, mas está com dificuldades de encontrar uma jovem adequada, uma vez que a comunidade cristã é muito pequena.

Continue a interceder por Pauline e sua família. Lembre-se de fazer isso especialmente no dia 7 de outubro, quando se completam dois anos da morte de seu marido.


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