Ministro nega prisões motivadas por questões religiosas no país

| 12/12/2009 - 00:00


A Eritreia declarou nesta na quinta-feira que não tinha conhecimento de relatos sobre uma suposta prisão em massa de cristãos que um grupo de direitos humanos afirmou ter acontecido na capital Asmara, na semana passada.

O Ministro da Informação da Eritréia, Ali Abdu, disse para a Reuters por telefone que havia visto nenhuma reportagem sobre as supostas detenções, e que nenhuma prisão era motivada por razões religiosas.

"Vou ser muito honesto com você ... se alguém é preso, qual é a importância de saber a qual religião eles pertencem?", afirmou Ali. "Se eles foram presos, tenho certeza que eles cometeram um crime".

A International Christian Concern (ICC, em inglês), afirmou que 30 mulheres, idosas em sua maioria, foram presas pelas forças de segurança enquanto oravam em uma casa no sábado.

A organização disse que a maioria das mulheres faziam parte da igreja Faith Mission, uma igreja evangélica com tradição na igreja metodista. A denominação tem cerca de 50 anos na Eritreia, mas se tornou alvo do governo após o surgimento de uma lei que obriga as igrejas a se registrarem.

Um diplomata ocidental em Asmara disse que as prisões aconteceram, mas que o número de prisioneiros era incerto.

"Há uma confusão sobre o número exato, se são exatamente 30 idosas que foram presas ou algo em torno de 25, mas o incidente realmente aconteceu", disse o diplomata à Reuters.

Um relatório recente dos EUA afirma que centenas de pessoas foram presas em 2009 por causa de sua religião.

Nossos irmãos eritreus precisam das nossas orações. Clame em favor deles e mobilize sua igreja a interceder também.


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