Bem vindo
Acesse sua conta ou registre-se gratuitamente.

Cristãos pedem oração urgente

Publicado em 05 jun 2010

No fim de maio, a Noorin TV, um canal de TV privado no Afeganistão, exibiu histórias dos afegãos que decidiram se tornar seguidores de Jesus. A filmagem incluía um batismo e mostrava os rostos de diversos cristãos. Esse vídeo, juntamente com declarações provocantes contra a fé cristã, foi exibido diversas vezes em outros canais de TV.

Na segunda-feira, dia 31 de maio, as imagens ficaram conhecidas em todo o Afeganistão. O assunto iniciou um debate no Parlamento e no Senado iraquianos, que pediram uma investigação formal da situação.

A transmissão também incitou um protesto enfurecido de centenas de alunos da Universidade de Kabul.

Muitos cristãos afegãos ficaram assustados com esses acontecimentos e se esconderam. Dois desapareceram. Um foi preso. Todos querem que o mundo inteiro saiba sobre o que está acontecendo. Em um país onde parece que eles não têm voz nem direitos, eles querem ser ouvidos.

Ironicamente, ao mesmo tempo em que ocorre a crise, uma reunião para a paz (Jirga) foi realizada em Kabul, onde muitos líderes afegãos se reuniram para discutir o processo de reconciliação. É quase certo que os partidos políticos que perderam as eleições estão usando os cristãos afegãos para desestabilizar o governo e dividi-lo.

Pedidos de oração

• Ore pela segurança dos cristãos. Os afegãos que apareceram na TV correm um sério risco de serem presos ou mortos pela multidão. Alguns conseguiram deixar o país. Os que permaneceram, estão muito preocupados.

• Ore para que Deus fortaleça e encoraje os cristãos, e lhes dê sabedoria.

• Ore para que Deus guie as decisões tomadas pelo governo, e para que Ele transforme essa situação em algo bom, e que beneficie os cristãos no Afeganistão.

A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.