A Igreja sudanesa precisa de líderes preparados para ajudá-la a cresce

| 05/09/2010 - 00:00


O Sudão é o maior país da África e localiza-se no centro-leste do continente. Seu território divide-se em duas regiões bem distintas: uma área desértica ao norte e uma área de savanas e florestas tropicais ao sul.

O islã predomina no Norte, enquanto tradições tribais (animismo) e o cristianismo prevalecem no Sul.

A Igreja

Missionários cristãos converteram todo o Sudão por volta do século VI, mas forças islâmicas subjugaram completamente os reinos cristãos nos séculos XIII e XIV.

Atualmente, o país é lar de oito milhões de cristãos, mais de 20% da população. A existência da Igreja no sul tem sido ameaçada pela influência do governo islâmico de Cartum. No sul, onde estão 5,5 milhões de cristãos, as religiões tradicionais africanas - em especial a bruxaria - também ameaçam o cristianismo.

Apesar da intensa perseguição, os cristãos sudaneses têm sido capazes de realizar ministérios significativos e de crescer em meio ao sofrimento. Católicos, episcopais, e a Igreja de Cristo no Sudão viram pessoas significativas se voltando a Cristo. Cruzadas evangelísticas têm sido realizadas na capital, e as igrejas têm se multiplicado rapidamente no sul. Apesar do risco substancial, diversas organizações estrangeiras oferecem ajuda humanitária, literatura e treinamento para a Igreja sudanesa.

A perseguição

A Igreja tem sido perseguida durante os últimos 50 anos, especialmente nos Montes Nuba, onde reside a maior parte dos cristãos.

Apesar do acordo de paz, o governo islâmico influencia a população, que se volta contra a evangelização e conversão de muçulmanos.

No sul, onde vive boa parte dos cristãos sudaneses, o que preocupa a Igreja é um movimento rebelde da Uganda, chamado de Exército de Resistência do Senhor. Esse grupo costuma atacar vilas no sul do país, onde fica a fronteira entre os dois países.

No entanto, nos últimos sete anos, tem se notado que os incidentes de violência contra cristãos têm diminuído.

Motivos de oração

1. A fome e as doenças dificultam o trabalho dos líderes cristãos sudaneses. Se a ajuda internacional fosse totalmente restaurada e os envios alcançassem a Igreja, sua capacidade de evangelizar e conseguir novos convertidos aumentaria substancialmente. Ore para que a Igreja sudanesa obtenha maior ajuda humanitária.

2. A Igreja é atingida pelo conflito militar. Com exceção de uma intervenção militar, parece não haver muita coisa que os outros países possam fazer para interromper a guerra civil no Sudão. Ore e peça que Deus intervenha no país a fim de tornar realidade a paz que a comunidade internacional é incapaz de alcançar.

3. Há falta de líderes preparados na Igreja. Devido à guerra civil e à rápida expansão do cristianismo, a Igreja sudanesa tem carência de líderes treinados e de recursos para o treinamento teológico. Ore para que mais treinamentos possam ser oferecidos a fim de preparar a Igreja para o futuro crescimento.


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Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

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