Cidades enfrentam as consequencias do desastre

Na última sexta-feira (11) o mundo todo se voltou ao desastre e suas consequências no Japão devido a terremotos e tsunami. Ainda há muitas incertezas sobre o ocorrido, mas a preocupação das autoridades é em socorrer as vitimas desta tragédia e conter suas usinas nucleares que correm o risco de vazamento e explosões.

Milhões de pessoas seguem sem eletricidade e água potável nas zonas afetadas pelo tremor, e o governo alertou para o risco de blecautes se não houver economia de luz.

Segundo a TV NHK, pelo menos 1,4 milhão de famílias estão sem água potável desde sexta, e outras 2,5 milhões de casas estão sem energia elétrica nas províncias de Aomori, Iwate, Miyagi e Fukushima.

Usina Nuclear

Por conta do terremoto, engenheiros japoneses trabalham para evitar um desastre nuclear na usina, que foi gravemente danificada. Localizada na costa nordeste a 200 km de Tóquio, técnicos tentam controlar a temperatura da Usina, já que o superaquecimento pode provocar explosões e mais acidentes.

Na última segunda-feira, o Comitê Científico da ONU tinha descartado a possibilidades de evacuação, já que se tratava de uma baixa intensidade da radiação liberada nas usinas nucleares.

Medidas de precaução foram tomadas pelas autoridades locais , porém em atualização de notícia, há uma preocupação quanto ao efeito à saúde humana.
 
Vulcão

Segundo autoridades, um vulcão situado no sudoeste do Japão voltou a lançar cinzas e pedras a uma altura de 4 mil metros, depois de duas semanas de relativa calma.

O vulcão Shinmoedake, situado na ilha Kyushu, tem 1.420 metros de altura e entrou em atividade em janeiro, pela primeira vez em 52 anos.

As novas erupções ocorrem alguns dias após um forte terremoto de 8,9 de magnitude, seguido de um devastador tsunami, ter provocado centenas de mortes e destruição no nordeste do país.

O Shinmoedake está a cerca de mil quilômetros da região afetada pelo terremoto.

Pedidos de oração