Sudão reconhece Sudão do Sul como país
O Sudão do Sul se tornou oficialmente, às 18h01, desta sexta-feira, dia 8(hora de Brasília, 0h01 de sábado, dia 9) o mais novo país do mundo, ao oficializar sua independência do restante do Sudão.
Em janeiro, 99% dos eleitores do Sudão do Sul votaram a favor da separação da região, predominantemente cristã e animista, em relação ao norte, governado a partir de Cartum, onde a população é em sua maioria muçulmana e de origem árabe.
A ONU (Organização das Nações Unidas) enviou uma tropa de capacetes azuis, da missão de manutenção de paz, para o país, com temor de conflitos.
Prestes a se tornar o mais novo país da África, quando proclamar sua independência amanhã, o Sudão do Sul enfrenta desafios inusitados.
Vencer algumas das piores estatísticas sociais do mundo é tarefa árdua, mas a burocracia da criação do Estado é o primeiro empecilho.
Sem indústria própria, o novo país precisou encomendar da China centenas de bandeiras de seis cores (antigo emblema do Exército de Libertação do Povo do Sudão –SPLA, na sigla em inglês).
Por falta de tempo, o país ainda não terá moeda própria. Até que o desenho da nova moeda seja finalizado, o Sudão do Sul manterá a libra sudanesa, herança do sistema financeiro de Cartum, capital do norte.
Apesar de o país já possuir administração autônoma desde 2005, com Constituição interina, ainda deve ratificar tratados internacionais, como a Convenção contra Tortura.
Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.
Notícias relacionadas

Presentes de Esperança para cristãos perseguidos

Pastor perde igreja e filho durante ataque em Burkina Faso


