Bispo chinês é solto – Igrejas acusam governo de perseguição
As autoridades chinesas puseram em liberdade o bispo da Igreja Católica clandestina, Wei Jingyi, 10 dias após sua detenção. Ele foi solto depois da enérgica reação do Vaticano, informou ontem a agência Asianews.
Representantes das igrejas clandestinas denunciaram em 2002 que a polícia chinesa tortura sistematicamente cristãos e católicos seguidores do Dalai Lama e da seita neobudista Falun Gong, entre outros grupos.
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