Vamos orar pelo irmão Dr. Césio, que está ameaçado de morte

| 21/05/2004 - 00:00


Oremos por nosso irmão dr. Césio Flávio Caldas Brandão, membro da 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em Vitória-ES. Ele está preso por suposto envolvimento nos assassinatos de crianças em Altamira, Pará,  e seu caso está sendo revisto pela justiça brasileira.

Dr. Césio está detido no Presídio Estadual de Marituba, Marituba-PA, onde está acontecendo uma rebelião.  Antes que os fatos de seu processo se esclareçam, os amotinados na rebelião em curso querem fazer justiça pelas próprias mãos e dizem que Césio será o primeiro a morrer.  Oremos por proteção sobre ele e pela verdadeira justiça na vida de nosso irmão.

Segundo a defesa, o processo contra ele tem muitos elementos duvidosos que se resolvidos poderiam inocentá-lo das acusações de participação nos assassinatos. Podem contribuir para a solução do seu caso as recentes confissões feitas por Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, 39, da autoria de 17 das 23 mortes investigadas em inquéritos abertos desde 1991 no Maranhão e em Altamira-PA.

Entenda o caso

Dr. Césio Flávio Caldas Brandão é acusado de participar dos crimes de castração, assassinato e tentativa de assassinato de cinco meninos entre 8 e 13 anos (dois sobreviveram), no período de 1989 a 1993, em Altamira-PA. O resultado final do julgamento condena quatro pessoas.

O irmão Dr. Césio alega inocência e alega que não pôde se defender adequadamente. Ele diz ter sido implicado sem sequer morar no local onde os crimes foram cometidos e aponta falhas jurídicas nos procedimentos que levaram à sua condenação. Dentre essas falhas, destaca-se o fato de toda a sua ligação com os crimes acima descritos estar baseada no relato de uma testemunha com idade avançada e problemas mentais. Além disso, o Dr. Césio e seu advogado destacam a enorme pressão exercida sobre as autoridades brasileiras, inclusive pela comunidade internacional, para que o caso fosse julgado de forma vigorosa. Tais pressões teriam diminuído a possibilidade de defesa do Dr. Césio, e permitido a ocorrência das já mencionadas falhas no curso de seu julgamento.

Tudo o que o irmão Dr. Césio pede é que lhe seja dada uma oportunidade completa de se defender das acusações. Ele afirma que se forem examinadas as evidências com uma atenção maior do que a prestada até o momento ficará claro o engano em acusá-lo.

Ele é médico, antes de sua detenção foi diretor de um hospital da Fundação Nacional de Saúde, é pai de três filhos e desfruta de uma elevada reputação junto à 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em Vitória, Espírito Santo, da qual é membro desde a infância. Para que ele tenha praticado a emasculação e assassinato de crianças, tem que ser verdade o fato de que ele tenha mantido uma vida dupla durante mais de dez anos enganando, pelo menos, sua família, os irmãos de sua igreja e seus pacientes no hospital.

Este fato não se mostra como um caso de perseguição religiosa - pelo menos não vemos indícios - mas ainda assim é um membro do Corpo pedindo ajuda, pedindo uma oportunidade, pedindo justiça.


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