Sequestro das meninas do Chibok completa 2 anos
A família ainda chora a perda das meninas. O tempo passou, mas a dor parece ter aumentado, feridas ainda continuam abertas dentro dos corações de mães e pais que oram na esperança de ver suas filhas voltando para casa. Desde que o grupo extremista Boko Haram atacou a escola secundária de Chibok, no estado de Borno, no norte da Nigéria, a vida dessas famílias nunca mais foi a mesma. Até hoje não há nenhuma notícia e nenhuma pista concreta de onde elas podem estar. As perguntas ainda são as mesmas: será que estão vivas? Se estão, como é a vida delas?
Os únicos rumores são de que o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, vangloriou-se de ter convertido as meninas para o islã e, em seguida, vendê-las como esposas a homens muçulmanos. Algumas mulheres resgatadas dos campos que esse grupo mantém, dizem ter visto as meninas ou pelo menos ter ouvido sobre elas. Chegam a dizer que algumas foram forçadas a ir para o combate e também que muitas foram separadas e bem tratadas, pelo menos até o momento da negociação. Há especulações de que várias foram mortas e até submetidas a atentados suicidas. Para as famílias, o silêncio do governo é algo incompreensível, enquanto suas mentes precisam suportar pensamentos que chegam a ser enlouquecedores, além da saudade e do inconformismo. Eles alegam que, tudo isso misturado ao sentimento de indignação é tão tóxico que chegou a causar uma doença generalizada entre pais e mães.
Há informações de que muitos deles vão frequentemente ao médico, procurando alívio para uma dor que não passa e que a medicina terrena não pode tratar. Para eles, somente a paz que excede todo o entendimento é capaz de fornecer certo alívio e o único médico capaz de tratá-los é o doutor Jesus Cristo, por isso eles se reúnem para momentos de oração e, hoje, vão ter um encontro com Ele para realizar um memorial em favor das filhas. A Portas Abertas está ao lado das famílias nesse momento tão delicado e doloroso, ajudando a cuidar do físico, do espiritual e do emocional. Pelo menos 18 familiares morreram de doenças relacionadas ao estresse. Eles precisam de atenção e de muitas orações. Junte-se a nós nesse momento, ore pelas famílias enlutadas que durante esses dois anos têm chorado. Somente Deus pode realmente se compadecer desse momento tão difícil, porque viveu a dor de perder seu único filho, Jesus. E Deus tem trabalhado com profundidade na vida desses pais, de acordo com os analistas de perseguição.
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