Transição de liderança pode fortalecer grupos extremistas

| 14/02/2017 - 00:00


14-ira-homem-sentado
Foto ilustrativa

Depois da morte de Akbar Hashemi Rafsanjani, ex-presidente do Irã, a luta dos extremistas islâmicos pelo poder foi reforçada. O atual presidente, Hassan Rouhani, perdeu seu mentor e também protetor e isso faz com que sua reeleição em maio de 2017 seja menos provável. Para os cristãos estas notícias não são boas. Segundo um estudioso sobre assuntos do Oriente Médio, Vali R. Nasr, “a morte de Rafsanjani marcou o início de uma grande transição de liderança que pode atingir psicologicamente a política do Irã”, disse ele.

Segundo o estudioso, a geração de Rafsanjani está envelhecendo e sendo substituída pela próxima geração. Sob a repressão do governo ou do Estado Islâmico, porém, a igreja não verá muita diferença. “A mídia ocidental sempre imaginou que o ex-presidente fosse de uma linha moderada. No entanto, não devemos esquecer que ele desempenhou um papel importante na Revolução Islâmica de 1979 e era um amigo próximo de Ali Khamenei”, comenta uma das colaboradoras da Portas Abertas. Ali Khamenei é o atual líder supremo do Irã e foi presidente do país de 1981 a 1989.

A igreja no Irã, país que ocupa a 8ª posição na atual Lista Mundial da Perseguição, enfrenta a repressão de um governo islâmico estreito, que pretende erradicar qualquer influência que possa ameaçar sua posição de poder, inclusive o cristianismo. Por esse motivo, o número de igrejas subterrâneas está crescendo cada vez mais. Ore por essa nação. “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5.14)

Leia também
Cristãos são maltratados em prisões do Irã
Cristãos são condenados por divulgar o evangelho


Sobre nós

Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

Instagram

© 2021 Todos os direitos reservados

INÍCIO
LISTA MUNDIAL
DOE