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Igreja subterrânea é invadida

Publicado em 18 nov 2016



As igrejas subterrâneas no Uzbequistão passam por momentos difíceis. Uma delas, durante uma de suas reuniões, foi invadida por um grupo de dez policiais mascarados e armados que revistaram a casa e depois levaram computadores e celulares. Os fieis foram presos e interrogados. No mesmo dia, eles foram conduzidos ao tribunal com as seguintes acusações: armazenamento e distribuição de literatura proibida e realização de reuniões ilegais.


O juiz responsável pelo caso não se preocupou em buscar mais informações e mandou prender seis cristãos; os demais foram apenas multados. Salim* que é líder cristão e sua esposa Karima* tiveram que pagar uma multa de 2 mil dólares cada um. Halim* e sua esposa Farida* receberam multas com o mesmo valor. Os demais que estão presos também receberam multas entre 1200 e 1400 dólares.


É possível que entre os dez acusados haja alguém que tenha dado alguma informação à polícia secreta sobre as reuniões. Os advogados de defesa estão lutando para reduzir o valor das multas e para inocentar os acusados. Lembrando que o país ocupa o 15º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa e tem uma das ditaduras mais severas da Ásia Central.


*Nomes alterados por motivos de segurança.


Pedidos de oração



  • Salim e Karima que lideram a pequena igreja subterrânea estão muito chateados com o ocorrido e agora enfrentam grande pressão das autoridades policiais. Interceda por essa situação.


  • Ore pelos três filhos do casal que enfrentam a perseguição religiosa desde pequenos.


  • Peça ao Senhor para proteger e guiar todos esses cristãos que foram presos e multados, que eles sejam consolados e fortalecidos pelo Espírito Santo. Ore pela igreja no Uzbequistão.

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A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.