O sonho de ser livre para adorar a Deus
*Os nomes verdadeiros foram alterados por motivos de segurança
Jorge* conta de uma visita que fez à Eritreia, na qual conseguiu marcar uma reunião especial. Ele foi calorosamente recebido, apesar da barreira da língua, por um intérprete e pelo irmão Paulo*, que compartilhou seu testemunho.
“”Fui levado a uma prisão militar na qual me obrigaram realizar tarefas desgastantes sob uma temperatura muito alta – passava dos 40 graus. Nestas condições, trabalhei diariamente. Sem descanso. Sem direito a julgamento. Colocaram-me numa cela subterrânea, completamente escura. Por mais de seis meses, fiquei na escuridão. Quando saí de lá, mal podia andar, e estava quase cego! Mas agradeço a Deus porque meus olhos voltaram ao normal aos poucos””.
A polícia lhe pediu para assinar um papel, negando sua fé. “”O documento, entre outras coisas, dizia: ‘De agora em diante, não vou pregar, não vou me reunir com outros cristãos. Não vou falar de Jesus’. Afirmava também que, a partir daquele momento, eu era um marxista””.
Ao final da entrevista Jorge e Paulo oraram juntos. Quando Jorge estava de saída, Paulo lhe disse: “”Continue orando para que Deus intervenha e restaure a liberdade da Igreja na Eritreia””.
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