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Após a revolução, cristãos estão vivendo com medo

Portas Abertas • 06 dez 2011

Quando muçulmanos liberaisse juntarama cristãos coptas,quemarchavam pela área de Maspero de Cairo, no dia 9 de outubro, para protestar a queima de uma igreja copta, muçulmanos conservadores que portavam armas e espadas começaram a atacar os manifestantes. As forças de segurança egípcias jogaram os seus veículos contra a multidão de cristãos e dispararam contra eles.


As autoridades militares do Egito logo cortaram a cobertura de notícias ao vivo do evento. Mas o massacre, no qual no mínimo 24 pessoas foram mortas e outras 300 feridas, foi o pior exemplo de violência sectária no Egito, em 60 anos.


Abundam as narrativas do conflitos ealguns afirmam ter ouvido um locutor na televisão encorajando “honrosos egípcios” a resgatar os soldados egípcios dos ataques dos coptas. Outros ouviram um muçulmano gritar que havia matado um cristão.


O lado bom do episódio de Maspero foi que osmuçulmanos uniram-se a manifestantes coptas, que estavam ansiosos para exercer o direito de construir igrejas – direito que sempre foi concedido com má vontade pelo governo


O que foi terrível sobre o mesmo episódio, contudo, é a incapacidade do governo de assumir a culpa pelas mortes dos cristãos. Similarmente, em setembro, o governo não interveio a tempo quando um grande grupo atacou a embaixada israelita, no Cairo, demolindo as suas paredes e matando os que estavam no local.