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Índia

Alimento e cuidado médico para cristãos atacados

O simples fato de ser cristão é motivo suficiente para alguém ser preso ou atacado na Índia. Dessa forma, seguidores de Jesus precisam de apoio em situações como essas. Uma doação de R$ 99,95 garante ajuda imediata, como alimento e cuidado médico, a cristãos atacados ou presos e suas famílias assim que os incidentes acontecem.

A perseguição na Índia

Não apenas na Índia, mas em outros países do Sul e Sudeste Asiático, uma das formas de perseguição aos cristãos é por meio do Estado. Nesse caso, até as leis são usadas para prejudicar seguidores de Jesus. Oficiais do governo são hostis ao cristianismo, o que resulta em prisão, perseguição, intimidação e demolição de igrejas. Líderes de grupos étnicos também pressionam convertidos que abandonam a religião e rituais dos antepassados, já que isso é considerado um insulto ao grupo.

O Artigo 25 da Constituição da Índia assegura que “todas as pessoas têm igual direito à liberdade de consciência e a professar, praticar e propagar livremente a religião, sujeita à ordem pública, moralidade e saúde”. Um relatório do Pew Research Center revela que 84% da população afirma que para ser “verdadeiramente indiano” é muito importante respeitar todas as religiões. Mas segundo o mesmo relatório, 45% dos hindus afirmam não aceitar pessoas de um grupo religioso minoritário. Dessa forma, na prática a Índia tem se tornado cada vez mais perigosa para cristãos.

Dessa forma, a Índia tem se tornado cada vez mais perigosa para cristãos. Para muitas comunidades cristãs, em áreas urbanas e rurais, a vida tornou-se uma luta pela sobrevivência, em que é preciso viver sempre sem chamar a atenção.

Conheça Mehr

Pessoas que vivem em áreas pobres na Índia, como Mehr (pseudônimo), são acusadas de se converter ilegalmente por dinheiro. “Quando aceitei a Cristo, eles me isolaram, faziam comentários maldosos e diziam que eu estava envolvida em atividades ilegais”, compartilha Mehr.

Certo dia, Mehr voltava de um encontro de oração quando vizinhos pararam a irmã e a mãe dela, que também são cristãs. Desta vez, os comentários se transformaram em violência, e eles começaram a bater nelas. Mehr, que estava a certa distância, correu para ajudá-las, mas também foi atacada. “As pessoas me batiam e tentaram me sufocar. Eu estava inconsciente quando alguém chamou uma ambulância”, ela explica.

Apesar da queixa feita, os responsáveis pelo ataque não foram presos ou interrogados. Continuaram livres por serem influentes na comunidade. Dessa forma, a perseguição não parou por aí. Os médicos foram pagos para não tratarem Mehr. Isso aumentou ainda mais a ansiedade dela, mostrando que a perseguição pode chegar a todos os lugares.

Quando parceiros da Portas Abertas ouviram sobre o incidente, ajudaram a pagar as contas médicas e a transferiram para outro hospital. “Vocês pagaram minha conta no hospital. Eu agradeço a Deus por vocês. Além disso, após o incidente, todas nós perdemos o emprego. Mas vocês continuaram nos ajudando e apoiando com mantimentos e suprindo as nossas necessidades”, acrescenta.

Ao doar para qualquer projeto, você se torna um parceiro e recebe de presente a assinatura da Revista Portas Abertas, com validade de um ano.

Caso o valor arrecadado ultrapasse o orçamento do projeto, as doações serão utilizadas em outras necessidades do campo.

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