A perseguição atinge jovens e crianças na Índia

| 08/12/2014 - 00:00


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Os pais do jovem Darmish, de 17 anos, seguem uma seita hindu. Seus tios são cristãos e seus primos o levaram para a escola dominical onde ele recebeu a Cristo junto com suas cinco irmãs. Em poucos anos, a igreja cresceu de 28 para mais de 250 membros – ainda que o pastor tenha sido espancado cinco vezes com varas – uma vez na cabeça. Culturalmente, é esperado que os meninos sigam a tradição da família; por essa razão, Darmish é forçado por seus pais a ter aulas com um professor hindu, que o ameaça a se envolver em práticas hindus ou então deixar a escola. Ele pede orientação de Deus para reagir a essa situação podendo testemunhar da sua fé cristã.

Ummababi tinha apenas dez anos de idade quando o ataque de 2008 teve lugar em sua vila, em Kandhamal. Seis pastores da região foram mortos. Ela e sua família foram forçadas a fugir para a floresta quando sua casa foi queimada. Com muito medo, se juntaram a outros cristãos durante quatro dias, sem comida ou água. Ela se lembra como os bebês choravam de fome e como as outras crianças os ajudaram a chupar folhas para sobreviverem. A família de Ummababi , assim como muitos outros cristãos, não só perdeu suas posses, mas também todo o seu gado. Eles foram, então, obrigados a viver em um campo de refugiados. A Portas Abertas tem ajudado a reconstruir suas casas.

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