Cazaquistão precisa de intercessão da igreja brasileira

Entenda como é a perseguição no país e ore para que os cristãos se mantenham fiéis

Desde 1991, o Cazaquistão comemora no dia 16 de dezembro a independência. O país pertencia à União Soviética e foi o último a declarar a soberania como república. Os governantes conseguiram fazer uma transição econômica satisfatória nesses períodos de mudanças. Há também uma abertura para cooperar com a comunidade internacional. Porém, essa aceitação não significa que ser cristão no país é algo desprovido de perseguição. Desde 2010, com a ocupação do poder por Nursultan Nazarbayev, a nação enfrentou políticas repressivas, controle da mídia e restrições legislativas e na esfera religiosa.

Apesar do cristianismo ter chegado no país entre os séculos 7 e 8, a rede atual de igrejas fica concentrada nas minorias étnicas. Dos 4,6 milhões de cristãos, apenas 15 mil são cazaques. Segundo a Agência de Assuntos Religiosos (ARA), existem 3.563 associações ou comunidades cristãs registradas no país. Mas a presença dos seguidores de Cristo não garante a liberdade religiosa. Há dois grandes perseguidores de cristãos no país: o governo e o extremismo islâmico.

A perseguição do Estado envolve a monitoração dos cultos das igrejas por meio de policiais, serviços secretos e autoridades locais. As comunidades cristãs não registradas são perseguidas regularmente. Já a cultura islâmica extremista coíbe a conversão de muçulmanos ao cristianismo, excluindo os convertidos da sociedade e convívio familiar e impedindo que eles tenham um emprego para o sustento próprio. Enquanto as igrejas locais não entram em contato com a população cazaque, não enfrentam tanta opressão, mas quando os cristãos decidem obedecer à grande comissão de Cristo, estão sujeitas a abusos físicos, ataques e até a morte. A Portas Abertas convida a igreja brasileira a incluir o Cazaquistão nas orações.

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