China anuncia que irá proibir o acesso de cristãos à política do país

| 13/02/2015 - 00:00


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O anúncio de que o partido – que tem 84 milhões de filiados – irá restringir a participação de pessoas “viciadas em religião” é uma amostra do temor dos políticos de que os princípios de fé que são combatidos pela legenda, alimentem movimentos por maior liberdade religiosa.

Para por em prática a decisão, o comitê do partido na província de Zhejiang vai bolar estratégias que possam desmentir a crença religiosa dos filiados.

Violência contra os cristãos
Pode ser surpreendente ver que o nível de violência na China quase se manteve inalterado em comparação a 2014, segundo a pesquisa que envolve a Classificação da Perseguição Religiosa. Os relatos de violência ocorreram, mas praticamente todos eram limitados ao sul da província de Zhejiang , também conhecido como ""Jerusalém da China"". Ali autoridades locais iniciaram uma campanha contra as estruturas religiosas, especialmente as igrejas. Algumas foram completamente destruídas e supostamente mais de 300 cruzes nos prédios das igrejas ou pintadas nas fachadas foram apedrejadas, violadas, destruídas.

Embora seja difícil descobrir os detalhes, isso não parece ser o início de uma campanha mais ampla, mas serviu como um alerta para que as igrejas não se tornem demasiadamente visíveis. Alguns cristãos ainda estão cumprindo longas penas na prisão e outros estão sendo condenados em tribunais que sempre alegam outros motivos e razões para suas prisões.  Durante ataques em vilas ou reuniões de estudos bíblicos, os cristãos são por vezes fisicamente agredidos.


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