Clame pelo período de eleições em Uganda

A população teme manifestações violentas caso o resultado das urnas não seja o desejado pela oposição atual

No dia 14 de janeiro aconteceram as eleições presidenciais em Uganda. O atual presidente, Yoweri Museveni, tentou o sexto mandato, e o principal oponente dele, Robert Kyagulanyi, trabalhou em conjunto com as Forças de Segurança do país para impedir a campanha de Museveni, o que causou grande comoção.

Houve várias manifestações violentas antes das eleições e durante essa semana o governo bloqueou os acessos às redes sociais, banindo contas que apoiavam o partido do atual presidente. Durante uma transmissão para a TV local, Museveni disse: “Não há como alguém vir brincar com nosso país, decidir o que é bom e o que é ruim. Não podemos aceitar isso”. A campanha havia sido proibida na capital Kampala, e em vários outros distritos.

A polícia de Uganda tem trabalhado para evitar ataques violentos durante o período de eleições, colocando soldados nos telhados e veículos blindados nas ruas para patrulhar. Os oficiais nos telhados servem para conter os protestos que aconteceriam na cobertura das casas.

Não há perseguição direta aos seguidores de Cristo, mas a instabilidade nesse país da África Oriental seria prejudicial a todos os cidadãos. Essa situação também pode oferecer uma oportunidade perigosa para que os radicais islâmicos ataquem a região.

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