Como vivem as babás cristãs na Península Arábica

| 23/05/2017 - 00:00


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A vida de algumas mulheres estrangeiras, normalmente de países asiáticos, que seguem a Cristo e que trabalham como babás em países da Península Arábica costuma ser difícil. No entanto, muitas aproveitam a oportunidade para espalhar a semente do evangelho, mesmo conhecendo o risco que estão correndo. ""Nem todos os empregadores são maus"", disse um cristão asiático que ministra a palavra por lá e conhece várias histórias sobre famílias muçulmanas que são gentis e solidárias com as cristãs.

Segundo ele, há dezenas de milhares de jovens solteiras, vindas da Índia, Filipinas e Nepal que trabalham na região, cuidando dos filhos de famílias ricas, além de executarem várias outras tarefas. Ele conta que a maioria mora na mesma casa que os patrões, onde trabalham seis dias por semana em tempo integral, além dos plantões de acordo com as necessidades dos empregadores. A preferência pelas cristãs acontece por causa da integridade e confiabilidade que elas apresentam.

O cristão, que pediu para não ser identificado por motivos de segurança, disse que algumas babás podem até mesmo ir à igreja e visitar os amigos. ""Algumas meninas são abençoadas por conseguirem patrões bons"", disse. Mas, segundo ele, que ministra o evangelho a elas, há algumas que não dão tanta sorte. ""Muitas são tratadas como escravas e têm seus passaportes confiscados, o que torna impossível que deixem o país em caso de maus tratos. Outras trabalham duro e não são sequer bem alimentadas. Há também casos de abuso e violência"", revela.

Motivos de oração

  • Em suas orações, lembre-se dessas cristãs que trabalham na Península Arábica e que são mal tratadas por seus empregadores.
  • Peça a Deus para que elas permaneçam firmes em sua fé, apesar das dificuldades que enfrentam.
  • Agradeça a Deus por aquelas que encontram boas famílias e que aproveitam a oportunidade de pregar o evangelho. Que elas permaneçam firmes e decididas em espalhar o amor de Cristo nesses países.

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