Cristãos foram expulsos pelo governo chinês

| 21/02/2017 - 00:00


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Soldados chineses aguardam trem na fronteira com a Coreia do Norte

A Liga da Juventude Comunista, recentemente, deixou claro que os membros do Partido estão proibidos de seguir qualquer religião e que devem se declarar ateus. Seguindo a linha dura dos tempos da revolução cultural, os dirigentes afirmaram que aquele que já pertence ao partido e adotou alguma religião deverão se arrepender publicamente e os novos candidatos serão instruídos a assinar uma declaração garantindo que são ateus.

A ideologia comunista chinesa se reafirma a cada dia e reflete na igreja, fazendo aumentar a perseguição aos cristãos. Um exemplo disso foi a atual expulsão de 32 cristãos sul-coreanos que viviam na fronteira entre China e Coreia do Norte. As autoridades alegaram que a decisão se deu por conta da implantação do sistema de defesa antimíssil pelos Estados Unidos, o THAAD (Terminal High Altitude Area Defense), um programa do exército americano que serve para abater mísseis balísticos.

“Os cristãos que foram expulsos e que se escondiam nessa região da China estavam supostamente envolvidos em alguns ministérios dando assistência às igrejas. Sabe-se que o governo chinês se preocupa em manter um controle rígido sobre as atividades cristãs no país. Os recentes comentários da Liga da Juventude mostram que existe, obviamente, medo por parte dos integrantes de que as convicções comunistas sejam de alguma forma atingidas pelo contato com a fé cristã”, conclui um dos colaboradores da Portas Abertas.

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