Cristãos morreram na Indonésia por causa da fé

Eles provavelmente se negaram a atender às ameaças dos extremistas

Em 11 de maio, a Portas Abertas noticiou a morte de quatro cristãos na vila de Kalemago, na região de Sulawesi, Indonésia. Os assassinatos foram consequência dos ataques do grupo extremista Mujahideen (EIM, da sigla em inglês). Segundo um parceiro local, irmão Ari, todas as vítimas morreram porque eram seguidoras de Jesus.

“Nessa aldeia, 99% são cristãos e os terroristas estavam acostumados a passar pelo jardim de uma das vítimas. Um dos sobreviventes, que mais tarde deu a notícia do assassinato, até jantou com os terroristas no jardim antes. É por isso que ele os reconheceu e fugiu para se salvar”, testemunha o irmão Ari.

Quando os radicais chegam à região, eles ameaçam os cristãos de morte, caso eles não entreguem aquilo que foi pedido. Segundo a fonte local do irmão Ari, é possível que os quatro cristãos mortos não tenham acatado as ameaças e nem cooperado com os extremistas. Principalmente, o homem que foi decapitado.

A Indonésia é o 47º país na Lista Mundial da Perseguição 2021 e a maior nação muçulmana do mundo. Por isso, a sociedade tem assumido um caráter islâmico mais conservador, o que favorece o surgimento e a ação de grupos radicais muçulmanos. Porém, a intensidade da perseguição varia de acordo com a família e o local onde os cristãos vivem.

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