Cristãos podem ser afetados pela violência de radicais islâmicos

| 14/08/2015 - 00:00


Desde maio, quando o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, tomou posse, a violência causada por Boko Haram não só se intensificou, mas também ficou cada vez mais regional. Na Nigéria, os ataques terroristas recentes ocorreram em Gombe, 22 de julho, em Damaturu, 26 de Julho e em Malari, 2 de agosto, conforme notícias da BBC (Corporação Britânica de Radiodifusão), entre outras fontes.

Mas Boko Haram também atacou fora da Nigéria, matando e ferindo centenas de pessoas, em diferentes investidas em Maroua, no norte de Camarões. Enquanto isso, o governo do Chade disse que suas forças de segurança mataram 117 combatentes do Boko Haram, e Bénin prometeu 800 soldados para a força regional, em conjunto com os países do Níger, Chade e Camarões.

O fato de que Camarões é um alvo mais frequente de ataques violentos pelo Boko Haram é só uma consequência direta do seu envolvimento na luta contra eles. Os ataques agora são esperados em todos os países que aderiram à força regional. Para os cristãos, essa é uma grande preocupação.

Em sua recente visita aos EUA, o presidente Buhari acusou os americanos de terem ajudado o Boko Haram, como resultado de sua proibição de armas.


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